Acadêmicos- Sócios Correspondentes

Tomas Pompeu F.

Position: Ocupante da Cadeira 40 - Presidente 1894 / 1929

(…)

Tomas Pompeu F.

Ocupante da Cadeira 40 - Presidente 1894 / 1929

(…)

Eduardo Benevides

Position: Ocupante da Cadeira 40 - Presidente 1993 / 2004
Por José Murilo Martins
in POETAS DA ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS
ARTUR EDUARDO BENEVIDES
Artur Eduardo Benevides nasceu no dia 25 de julho de 1923 em Pacatuba, Ceará.
Bacharel em Direito e em Letras, exerceu por muitos anos a função de procurador da Legião Brasileira de Assistência.
Foi professor e diretor da antiga Faculdade Católica de Filosofia (de onde sairia a UECE), da Faculdade de Letras e do Centro de Humanidades da Universidade Federal do Ceará.
Professor Emérito da UFC. Dirigiu, por um ano e meio, o Centro de Estudos Brasileiros, na Argentina, e foi professor palestrante na Universidade de Colônia, na Alemanha.
Como professor convidado, visitou as Universidades de Sorbonne (França) e Oxford (Inglaterra). Poeta, ensaísta e contista, é autor de 46 títulos, com os quais obteve 31 prêmios literários no Ceará, em Brasília, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Entre os prêmios destacam-se: o Rio de Literatura; Olavo Bilac e José Veríssimo, da Academia Brasileira de Letras; Cecília Meireles, da Academia de Letras de Brasília; Cassiano Ricardo, do Clube de Poesia de São Paulo; Prêmio Nestlé de Literatura; e Prêmio Camões, da Casa de Portugal. Recebeu as seguintes honrarias: Cidadão de Fortaleza, Doutor Honoris Causa da Universidade do Vale do Acarau, o Troféu Sereia do Ouro, 1987, e as Medalhas João Ribeiro, da ABL; Justiniano de Serpa e José de Alencar, do governo do estado do Ceará; e da Câmara Municipal de Fortaleza. Principais obras poéticas: Canção da rosa dos ventos, 1969; O viajante da solidão, 1969; Inventário da tarde; 1983; Canto de amor ao Ceará, 1985; Noturnos de Mucuripe e poemas de êxtase e de abismo, 1ª ed. 1992 e 2ª ed. 1996; Elegia setentã e outros poemas de entardecer, 1996; Escadarias na aurora, 1997; A noite em Babylônia e outros relatos ao eterno, 1998; Poemas de amor a Fortaleza, 2000; e Cantares de outono ou os navios regressando às ilhas, 2004. Pertenceu ao Grupo Clã, do qual foi fundador. Em 1985, foi eleito por todas as instituições culturais do estado, Príncipe dos Poetas Cearenses.
Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 13 de novembro de 1957, ocasião em que foi saudado pelo acadêmico Braga Montenegro.
Ocupa a vaga deixada por Tomás Pompeu Filho, cadeira 40, cujo patrono é Visconde de Sabóia.
Foi presidente do sodalício no período de 1993 a 2004 quando deu um grande impulso nas suas atividades culturais.
É membro da Academia Cearense de Língua Portuguesa, da Academia Cearense de Retórica, da Associação Brasileira de Bibliófilos e da Academia Ciências Sociais do Ceará. Presidente de honra da Academia Cearense de Letras, da Academia Fortalezense de Letras e da Academia de Letras e Artes do Nordeste – Secção do Ceará.

Eduardo Benevides

Ocupante da Cadeira 40 - Presidente 1993 / 2004

Por José Murilo Martins in POETAS DA ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS ARTUR EDUARDO BENEVIDES Artur Eduardo Benevides nasceu no dia 25 de julho de 1923 em Pacatuba, Ceará. Bacharel em Direito e em Letras, exerceu por...

Dolor Barreira

Position: Ocupante da Cadeira 34 - Presidente 1952 / 1954
Por F. Silva Nobre
in 1001 CEARENSES ILUSTRES
Dolor  BarreiraBARREIRA, Dolor Uchoa
Nasceu em Solonópole, 13 de abril de 1893, filho de Alfredo Lopes Barreira e Antônia Uchoa Barreira.
Estudou no Colégio São José, dos Beneditinos, na serra do Estevão (Quixadá) e no Liceu. Bacharel pela Faculdade de Direito do Ceará (turma de 1914). Dedicou-se à advocacia, consagrando-se como um dos melhores advogados cearenses.
Membro da Ordem dos Advogados do Brasil e do Instituto dos Advogados.
Procurador dos Feitos da Fazenda Estadual, Secretário da Escola Normal, Professor de Direito Civil da Faculdade pela qual se formou.
Desde jovem, dedicou-se à pesquisa, recolhendo informações que lhe permitiram escrever a magnífica História da Literatura Cearense, em 4 volumes, focalizando a atividade e os principais escritores e poetas até 1917.
Orador fluente. Membro efetivo do Instituto do Ceará.
Da Academia Cearense de Letras (cadeira n° 34, patrono: Samuel Felipe de Sousa Uchoa).
Colaborou nas revistas da Academia Cearense de Letras, Instituto do Ceará, Faculdade de Direito do Ceará, “Ceará Judiciário”, “Revista do Direito”, “Critica Judiciária” e outras. Obras: Investigação da Maternidade Ilegítima (1935); Assinatura Falsa Perícia de Letras; Da Causa nas Cambaias; O Artigo 1586 do Código Civil e a sua Inteligência; A Condição Jurídica do Filho Adulterino; O Direito de Ildefonso Albano; Clóvis Beviláqua.
Morreu em Fortaleza, 30 de junho de 1967.

Dolor Barreira

Ocupante da Cadeira 34 - Presidente 1952 / 1954

Por F. Silva Nobre in 1001 CEARENSES ILUSTRES Dolor  BarreiraBARREIRA, Dolor Uchoa Nasceu em Solonópole, 13 de abril de 1893, filho de Alfredo Lopes Barreira e Antônia Uchoa Barreira. Estudou no Colégio São José, dos Beneditinos,...

Tomas Pompeu F.

Position: Ocupante da Cadeira 33 - Presidente 1894 / 1929

(…)

Tomas Pompeu F.

Ocupante da Cadeira 33 - Presidente 1894 / 1929

(…)

Antonio Sales

Position: Ocupante da Cadeira 33 - Presidente 1930 / 1937
Por José Murilo Martins
in POETAS DA ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS
ANTÔNIO SALES
Antônio Sales nasceu em Parazinho, município de Paracuru, Ceará, em 13 de junho de 1868 e faleceu em Fortaleza no dia 14 de novembro de 1940, aos 72 anos de idade. Autodidata.
Foi jornalista, deputado estadual (1893-1896), secretário do Interior e da Justiça e, por muitos anos, trabalhou no Tesouro Nacional, no Rio de Janeiro.
Colaborou com os mais reputados jornais e revistas do País. Poeta e prosador, tendo cultivado o romance, o conto, o ensaio e o memorialismo.
Foi uma notável personalidade da literatura cearense, fundador e elemento central da Padaria Espiritual da qual foi o primeiro padeiro-mor, adotando o nome de guerra Moacyr Jurema.
O trabalho por ele realizado no Ceará teve ampla repercussão nacional e, no período em que viveu no sul de País, privou da amizade de altas figuras da intelectualidade brasileira.
Poeta lírico de vastos recursos adotou, também, o gênero satírico e a trova.
Como prosador manejava com destreza e brilho a língua vernácula. Principais obras: poesias – Versos diversos, 1890; Trovas do Norte, 1895; Poesias, 1902; Panteon (sonetos), 1919; Minha terra, 1919; e Águas passadas, 1944; prosa – A política é a mesma, 1891; Aves de arribação, 1914; Matapau, 1931; Retratos e lembranças, 1938; Fábulas brasileiras (literatura infantil), 1944; História da literatura cearense; e Novos retratos e lembranças, 1995.
No Rio de Janeiro fez uma forte campanha em trovas, no Correio da Manhã, contra Nuno de Andrade na direção da Saúde Pública, sendo algumas delas abaixo transcritas.
Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 8 de setembro de 1922, no período da primeira reorganização do sodalício, ocupando a cadeira 33 (sem patrono).
Na reorganização de 1930 passou para cadeira 20, cujo patrono era José Martiniano de Alencar.
Foi presidente da Academia Cearense de Letras no período de 1930 a 1937 e presidente de honra de 1937 a 1940.

Antonio Sales

Ocupante da Cadeira 33 - Presidente 1930 / 1937

Por José Murilo Martins in POETAS DA ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS ANTÔNIO SALES Antônio Sales nasceu em Parazinho, município de Paracuru, Ceará, em 13 de junho de 1868 e faleceu em Fortaleza no dia 14 de...

Claudio Martins

Position: Ocupante da Cadeira 31 - Presidente 1975 / 1992
Por José Murilo Martins
in POETAS DA ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS
CLÁUDIO MARTINS
Cláudio MartinsCláudio Martins nasceu na cidade de Barbalha, Ceará, no dia 10 de maio de 1910 e faleceu em Fortaleza em 17 de junho de 1995, com 85 anos de idade.
Bacharel pela Faculdade de Direito do Ceará, em 1937, foi notário público, professor das Faculdades de Direito e Ciências Econômicas da UFC.
Especialista em Elementos de Finanças e Legislação Fiscal, participou de vários governos como titular das Secretarias Estaduais de Administração, de Educação e da Fazenda. Membro e presidente do Conselho Estadual de Educação do Ceará.
Poeta de original e delicada inspiração, publicou os seguintes livros de poesias: Poemas, 1962; 30 poemas para ajudar, 1969, em parceria com Antônio Girão Barroso e Otacílio Colares; Viagem no arco-íris, 1974, em parceria com Milton Dias; Metamorfose, 1977 (poesia); Sonetos e trovas, 1981; Sonetos descartáveis, 1983; Rimas sem rumo, 1986; Rimas presas, 1986; Rimas ao acaso, 1988; Reincidência – de Beaudelaire a Petrarca, 1991; Vaivém (sonetos e trovas), 1991; e Teimosice, 1994.
Possui extensa obra sobre temas de sua especialidade, tais como: Elementos de Finanças e de Legislação Fiscal, 1ª ed. 1942 e 2ª ed. 1944; Normas gerais do Direito Tributário, 1969; Introdução ao Estudo das Finanças Públicas, 1970; e Direito Notarial, 1974.
Pertenceu ao Grupo Clã. Recebeu a Medalha José de Alencar e o Troféu Sereia de Ouro.
Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 10 de janeiro de 1969 na vaga deixada por Cursino Belém de Figueiredo, ocasião em que foi saudado pelo poeta Otacílio Colares.
Ocupou a cadeira número 31, cujo patrono é o filósofo Farias Brito.
Foi eleito presidente da Academia em 1975, tendo permanecido na direção do sodalício até 1992.
Teve uma gestão profícua, dando um grande impulso aos programas culturais da entidade.
Graças a sua iniciativa o Palácio da Luz passou a ser a sede da Academia Cearense de Letras. Foi membro do Instituto do Ceará.

Claudio Martins

Ocupante da Cadeira 31 - Presidente 1975 / 1992

Por José Murilo Martins in POETAS DA ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS CLÁUDIO MARTINS Cláudio MartinsCláudio Martins nasceu na cidade de Barbalha, Ceará, no dia 10 de maio de 1910 e faleceu em Fortaleza em 17 de...

Veja Mais

Diretoria, Membros, presidentes, Acadêmicos honorários, Sócios correspondentes .